Vale tudo para bater no Sporting


O jornalista Nuno Perestrelo assinou uma peça, ontem, no jornal A Bola onde destaca a influência de André Martins na prestação da Selecção Olímpica no jogo contra a Argentina.



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A peça é globalmente positiva mas termina com um com "Sporting errou".

SportingErrou

O título da caixa é "Sporting errou" mas o texto lá dentro diz:
"O que se passou com o Sporting acabou por ser tudo natural. Não fui muito utilizado e naturalmente quero jogar mais, porque sou novo, mas não quer provar nada a ninguém"

Alguém me consegue explicar como é que desta frase se consegue tirar a ideia de que o "Sporting errou"? Mais! Se houve alguém a quem o Sporting sempre tratou bem foi André Martins. Para os mais distraídos: O Sporting garantiu ao André que renovaria com ele se não encontrasse um clube para continuar a sua carreira. E tenho a certeza que cumprirá a sua palavra! 

Atentem que não estou a criticar o que o André disse até porque não disse nada demais. Apenas critico o empolamento e manipulação de uma declaração para tentar denegrir a conduta do Sporting Clube de Portugal.



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Tenho é muita pena que o jornalista Nuno Perestrelo nunca se tenha perguntado onde está Ruben Amorim e quem é que errou e acertou com ele... É que nisto de "investigar" e "criticar" há sempre um critério único e esse critério é "tudo aquilo que sirva para bater no Sporting Clube de Portugal"!

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Comentários

  1. Jornalista? Cuidado com os adjectivos. Esse Nuno até pode ser o master chef, mas nunca jornalista. Devia trabalhar numa empresa de compra e venda. Já reparamos que se vende a ele mesmo. Uma pobreza franciscana.

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  2. Jornalista? Cuidado com os adjectivos. Esse Nuno até pode ser o master chef, mas nunca jornalista. Devia trabalhar numa empresa de compra e venda. Já reparamos que se vende a ele mesmo. Uma pobreza franciscana.

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  3. os filhos dos donos da rádio de outros tempos, farinha e perestrelo e, outros q nem sei, só estão onde estão pelos laços, completos zeros
    mas se os pais ñ tinham contraditório estes têm, os tempos são outros.
    força caro josé.

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