Eusébio - A história de um boneco



Esta semana estreia mais um episódio do grande deboche que é o nosso país. Promover a lenda um tipo que foi completamente instrumentalizado pelo governo fascista quando jogava à bola e pelo clube do sistema quando foi necessário superar o pós-vale e azevedo.

Um bêbedo desrespeitoso que acusou o Clube que fez dele jogador - o Sporting de Lourenço Marques - de ser o "clube dos racistas". Eusébio não merece nenhum tipo de distinção. Foi tão só e apenas um jogador de futebol que, apesar de talentoso, sempre deveu muito à inteligência e à independência.

Também não deve ser esquecida a azia suprema que manifestou quando Ronaldo o ultrapassou no número de golos marcados pela selecção.

Eusébio já morreu há 3 anos e continua a ser usado como arma de propaganda. Até quando? Até aparecer outro capaz de ser instrumentalizado da mesma maneira e que seja tão barato como reparações pontuais de Mercedes espatifados após noites de copos.


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