Onde nos leva o discurso de ódio nos briefings?



Desculpem-me a violência gráfica mas cada frase que leio dos tais briefings só me faz lembrar esta terrível consequência que se abateu sobre o futebol português há cerca de 20 anos.

Repito aquilo que disse: quando voltar a acontecer uma tragédia no futebol nacional, a culpa não pode morrer solteira. Está à vista de todos quem dissemina o ódio quase diariamente através dos seus megafones de serviço.

E, para terminar, que tipo de pessoa aceita ser apenas uma caixa de ressonância de alguém que lhe dita o que dizer? Quão vazio de valores tem que ser alguém para se prestar ao vexame de ir com um ditado debaixo do braço para a televisão fazer de ariete? Patéticos.


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