Fantoche do Ano



O pasquim "A Bola" brinda-nos hoje com uma capa onde atribuem o título de "Homem do Ano" a Fernando Gomes. Nesta edição também abordam polémicas como o VAR, os e-mail, a guerra entre clubes e a contagem de títulos do Sporting.

E, em teoria, não há nada de errado nesta estrevista. Mas a verdade é que Fernando Gomes tem andado escondido desde que a polémica dos e-mails rebentou e não nos podemos esquecer que Fernando Gomes andava a ser espiado de tal maneira que até o PIN do alarme de sua casa estava na troca de e-mails. Logo, que moral tem Fernando Gomes para falar em ambiente descontraído sobre os e-mails quando nunca tomou uma posição institucional competente e capaz de travar o alegado esquema de corrupção que o benfica montou debaixo das suas barbas?

O mesmo Fernando Gomes que se mantem em silêncio aquando do assassinato de Marco Ficini às mãos de um membro de uma claque do benfica e depois das célebres palavras de Vieira "Provocação gera violência". Portanto, que moral tem Fernando Gomes para falar sobre as guerras entre clubes quando esteve calado perante um asssassinato?

A entrevista de lavagem de imagem que A Bola proporcinou hoje aos seus leitores é simplesmente patética. Procura diminuir a importância do VAR e descredibilizar a luta do Sporting pelo reconhecimento dos 22 títulos de Campeão Nacional. Não aborda os temas realmente importantes de maneira correcta e Fernando Gomes esconde-se atrás de chavões para nada dizer. Fernado Gomes não é nem nunca será o "Homem do Ano". Será sempre um mero fantoche a quem o poder e o status quo agradam e que nada fará para que as coisas mudem. Um vazio de ideias, amestrado ao Vieirismo que já tomou conta do futebol português e ameaça tomar conta do país se não nos virarmos todos contra ele.





Comentários

  1. Autêntico lixo e nulidade verbal (fala muito sobre muita coisa e não diz nada de novo) que só não terá honras de primeira capa do ano porque, obviamente e mais uma vez, essa estará reservada ao grande "estadista" e verdadeiro dono daquele pasquim.

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