A Fruta Voltou



O que aconteceu ontem no Estoril pode ser adjectivado de várias maneiras mas eu prefiro dizer que foi uma bela lição para os Sportinguistas. Enquanto andámos preocupados a chamar "ditador" a um Presidente democraticamente eleito, os nossos rivais com presidentes no poder há quinze e trinta anos foram fazendo o seu trabalho sujo.

A pressão exercida sobre a arbitragem tem sido tão grande e numa cadência tão constante que ontem o árbitro não viu quatro jogadores em fora-de-jogo no golo que empate o mais longo jogo do futebol português. Porque querem a tanto custo matar o VAR?

Mas que não se pense que a pouca vergonha ficou por aqui. Os próprios jogadores do Estoril pareciam sofrer da mesma doença que os jogadores do Braga sofrem quando jogam com o benfica.

A fruta voltou e voltou em força. O polvo nunca daqui saiu e nós continuamos a ser sérios e idiotas porque continuamos a não perceber que os nossos inimigos não são umas linhas nos estatutos ou uns posts no facebook do Presidente. É este gente que mal trata o desporto no qual gastamos muito tempo da nossa vida.

Na próxima semana, no Dragão, joga-se muito mais que noventa minutos. Joga-se o querer ou não correr com estes corruptos todos do futebol português. Assim saibamos nós querer o suficiente.







Comentários


  1. Onde se vê a "Fruta Colinho" em toda a sua exuberância é nas provas Europeias!.. sem o hábito competitivo SÉRIO, sem o deixar JOGAR VIOLENTO (fruto de hormonas, anfetaminas, etc)... chapada, cotoveladas, saltos a pés juntos sobre adversários, como foi o jogo do FCPORCO contra o Sporting nas meias finais da taça da liga, e q é hábito generalizado dessa equipa e de todas q jogam contra o Sporting... Assim que apanham uma equipa realmente boa da Europa, é o descalabro total (VARRIDO PARA DEBAIXO DO TAPETE PELA JORNALIXEIRADA... se fosse o Sporting ui ui ui! )

    ASSIM É *MUITO MAIS FÁCIL* O SPORTING GANHAR A LIGA EUROPA Q A *PEÇONHA* DO CAMPEONATO NACIONAL... mas é q não tenham dúvidas nenhumas (mas leão q é leão não desiste nunca).

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