Que o brio vença a mala



O jogo de amanhã não representa apenas o fim da feroz luta pelo segundo lugar. Representa a possibilidade de dar uma machadada épica no Estado Lampiânico que pode cair de quatro anos seguidos no primeiro lugar para um doloroso terceiro que não garante, de forma nenhuma, o acesso à mais do que milionária Liga dos Campeões.

Mas, se nós sabemos isto, eles também o sabem. E sabem-no tanto que nada vão deixar ao acaso. Desde o mais do que claro jogo da mala à afinação da equipa de arbitragem.

Este jogo, para o Sporting, significa muito mais do que três pontos. Significa uma entrada quase imediata de trinta milhões de euros. Significa ficar à frente daqueles que, durante cinco anos, tudo fizeram para controlar o futebol português. Lembrem-se

Que os adeptos, treinador, presidente e jogadores do Sporting entendam isto. Se eles jogam com malas, nós jogamos com a História, a Honra, o Brio e o Orgulho e um Clube com mais de cento e dez anos. Se eles têm os padres a favor, nós teremos o grito incansável de todo um país verde e branco a empurrar a equipa para a frente.

Nós sabemos o que eles são e do que são capazes. Mostremos-lhes então também do que somos feitos!


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