A irrelevância e incompetência de quem gere a Liga



Pedro Proença chegou a Presidente da Liga em 2015, com um empurrão da Direção do Sporting Clube de Portugal à altura, a ideia até pode ter sido boa mas o impacto foi o mais irrelevante possível.

Pedro Proença, em plena época 2015/16, foi incapaz de lutar pela verdade da principal competição que a Liga organiza, permitindo casos como os Vouchers e o Mala Ciao.

A Liga viu jogadores como Lionn, Cássio, Roderick Miranda e Marcelo a serem referenciados em alegados esquemas para as suas equipas perderem contra o Benfica e nada fez.

Aliás, Pedro Proença viu aquele Marítimo - Benfica, onde o Benfica jogou com dez jogadores e o Marítimo raramente passou da linha de meio-campo, e nada fez.

Resumindo: Pedro Proença agiu como uma espécie de primeira-dama do futebol português. Uma figura decorativa que sorriu, acenou e entregou troféus. Não a quem o merecesse em campo, obviamente.

De que serve o Presidente da Liga se não para garantir a credibilidade da competição que organiza? Nada! Pedro Proença está sob fogo cruzado? Está! É merecido? É! Infelizmente, está pelos motivos errados. Devia ter estado desde o dia em que escolheu ignorar olimpicamente a mentira que foi a época 2015/16.

É claro que toda a incompetência e irrelevância de Pedro Proença não demite  Sporting da obrigação de lutar pelos seus interesses. Escolher um novo líder da Liga com base em sugestões do Benfica apenas tornará tudo pior.


Comentários