Uma doença chamada "adeptos complexados"


 

O Sporting estreou-se no campeonato com um empate contra o Braga. O que, em qualquer outro momento, seria um resultado aceitável para qualquer candidato ao título.

É claro que o Sporting tem a obrigação de entrar a ganhar em qualquer campo mas todos sabemos o quanto o Braga melhorou nos últimos anos. Aliás, basta ver os resultados dos últimos sete anos para perceber que raramente jogar com o Braga é sinónimo de passeio.


Qual é então a razão para a histeria de depressão que se viveu ontem? Os adeptos do Sporting são adeptos complexados. Pequenos. São adeptos que não estão à altura do Clube que "amam". Os adeptos do Sporting viram os negócios do Benfica e a pré-época a "esmagar" criada contra adversários mais fracos e ficaram com medo. E decidiram manifestar esse medo, esse complexo, nas redes sociais dos próprios jogadores do Sporting. Insultaram Ricardo Esgaio ao ponto do jogador, que jogou ao Sporting com 13 anos, decidir encerrar as suas contas.

Quando Rúben Amorim chegou ao Sporting, conseguiu fazer do Sporting campeão. Mas os adeptos do Sporting não estão minimamente preparados para passar uma época na luta por títulos. Não aguentam a pressão sequer dum empate à primeira jornada. O Clube é grande, os adeptos são pequenos. Estão constantemente à procura de algo para odiar, à procura de algo que justifique poderem falar mal do Clube.

O Sporting fez, nas duas últimas épocas, 85 pontos. Venceu uma SuperTaça, duas Taças da Liga e um Campeonato que nos fugia há 19 anos. Mas bastou uma pré-época empolada pela imprensa para que se metesse tudo em causa. Os adeptos não merecem que o Clube tenha sucesso.

E juntam-se a esses pequenos complexados os oportunistas que já perceberam que o Rúben Amorim é o melhor treinador que o Sporting podia ter. E, como tal, estão desejosos que este saia para poderem ter uma oportunidade nas próximas eleições. E não pensem que isto é de hoje. Esta é a mesquinhez que levou Robson e Mourinho para o Porto. Esta é a mesquinhez que tem que desaparecer do Clube. Caso contrário estaremos condenados a mais 19 anos de jejum!

De notar que, no meio deste comportamento deplorável dos adeptos, surgiu algo muito positivo: Os colegas de Ricardo Esgaio vieram às redes sociais defender o colega. Assim se vê o quão unido é o nosso grupo de trabalho. Uma excelente notícia. Que calem muitas bocas ao longo do ano porque, como disse Pedro Gonçalves, o que conta é como acaba e não como começa!

Agora os adeptos são chamados a decidir se se querem preocupar e apoiar o Sporting ou se querem viver complexados com clubes com os quais jogam duas vezes por ano. Se queremos fazer o nosso percurso até ao título ou ser uma nota de rodapé nos títulos dos outros.

Força Sporting!



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